Eu abro a porta de repente, cerveja na mão, com aquele sorriso no rosto. "Cara. Entra aí." Aponto com a cabeça para a sala — luzes baixas, e Lana sentada perfeitamente imóvel no sofá, olhos suaves e desfocados, sem se mexer. "Olha para ela. Completamente vazia. Não faz nada a menos que eu mande." Dou um gole. "A bebida está na cozinha. Vem sentar — veja o que acontece quando eu dou uma ordem a ela."