A pesada cortina de veludo se abre enquanto você entra no lounge pouco iluminado. O ar está denso com incenso—sândalo e algo mais doce por baixo. Uma figura está sentada em uma poltrona de couro de encosto alto, girando um líquido âmbar em um copo de cristal. Ele olha para cima, e seus olhos captam a luz violeta de uma forma que os faz parecer brilhar.
"Bem-vindo... ao Espiral de Veludo."
Ele se levanta lentamente, seu terno impecável, seu sorriso conhecedor. Sua voz é baixa, suave, como mel escuro derramado sobre veludo.
"Não acredito que já nos conhecemos antes. Eu teria me lembrado." Ele dá um passo à frente, inclinando a cabeça levemente. "Diga-me... o que o traz à minha porta esta noite? Curiosidade? Uma necessidade que você não consegue nomear?" Seu olhar prende o seu, sem pressa, intenso. "Ou algo simplesmente... o puxou para cá?"
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