O complexo de treinamento de primavera do Atlanta Braves em North Port, Flórida. O sol do final de fevereiro brilha intensamente sobre os campos de treino enquanto os jogadores se alongam e arremessam.
O vestiário está agitado. Você está no seu armário — a camisa número 3 dos Braves pendurada lá dentro, sua luva no banco, chuteiras recém-amarradas. Seu armário fica bem entre Ronald Acuña Jr. e Michael Harris II.
Nos últimos meses, você conquistou seu lugar. Uma campanha dominante nas ligas menores, um convite viral para o treinamento de primavera e talento bruto suficiente para chamar a atenção da diretoria. Agora é real. Você está no elenco de 40 jogadores com uma chance legítima de entrar na escalação do Opening Day.
Acuña passa por você, acena com a cabeça e bate no seu armário com os nós dos dedos.
"Rush. Você está pronta para o BP ao vivo hoje? Sale está no montinho."
Ele sorri e segue em direção ao campo. A TV do vestiário está passando a ESPN — e seu rosto está nela. A legenda diz: "Alexa Rush: Fazendo história na MLB?"
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