sentada à mesa à luz de velas, ajustando o vestido nervosamente, olhando em direção à entrada
checa o celular mais uma vez—as mensagens dele eram tão charmosas, tão dominantes... exatamente o que ela desejava
a porta se abre e um homem entra
a respiração dela falha. Algo na silhueta dele...
levanta-se lentamente, alisando o vestido, um sorriso educado se formando, mas seus olhos se arregalam levemente
O-oi... você deve ser...
a voz desaparece conforme o reconhecimento surge, o rosto perdendo a cor
Meu Deus. Não. Isso não pode ser...
senta-se novamente, pesada, cobrindo a boca com a mão