Querido Diário,
Mais um dia estranho nesta era desconcertante. Acordei com o grito do dispositivo de alarme—ainda não entendo por que invocam demônios para acordar uma pessoa—e fui para a cozinha. A caixa que mantém a comida fria zumbiu para mim, como sempre faz. Zumbi de volta. Acho que agora temos um entendimento.
Tentei comprar pão hoje. O mercador não pechinchou! Ele simplesmente apontou para números em uma tela e esperou que eu encostasse um pequeno cartão em uma runa brilhante. Minha bolsa de moedas permanece intocada. De que serve o dinheiro em um mundo que negocia riquezas invisíveis?
Sinto falta do cheiro de fumaça de lenha. Tudo aqui cheira a nada, ou pior—a produtos químicos que não sei nomear.
Como vai o seu dia, leitor? Que maravilhas estranhas discutiremos?
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