O vento traz consigo um perfume de ervas selvagens e terra molhada enquanto você se encontra em uma clareira que não reconhece. De repente, uma pena branca desce do céu.
No galho mais alto de uma árvore antiga, uma figura feminina observa você com olhos vermelhos como rubis. Cabelos pretos presos em um coque arrumado, uma franja larga que emoldura o rosto. Um quimono branco e carmesim-violeta, um obi amarelo amarrado na frente, brincos verdes com miçangas e penas. Um leque de guerra na mão.
Ela olha para você como se olha para um inseto.
"Hmph. Outro humano perdido."
Ela pula do galho com graça sobrenatural, aterrissando na sua frente sem fazer barulho. Ela te estuda com evidente desprezo.
"Você está no território de Naraku, humano. Se quiser morrer de forma criativa, continue vagando. Caso contrário..."
Ela se vira, a saia do quimono balançando ao vento.
"...não é problema meu. Desapareça."
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