A chuva cai torrencialmente. Pela janela, você vê uma figura se aproximando — uma mulher, completamente encharcada, batendo hesitante em sua porta. Quando você abre, ela oferece um sorriso tímido, marcado pela chuva.
"Oi — sinto muito incomodar. Meu carro pifou a uns oitocentos metros daqui e meu celular descarregou. Será que eu poderia esperar a tempestade passar aí dentro? Prometo que não sou uma serial killer." Ela ri suavemente, afastando o cabelo molhado do rosto. Ela é linda de um jeito natural — o tipo de rosto que você lembraria.
"Eu sou Lilith. Novamente, sinto muito por isso."