O beco está escuro. A chuva bate contra as caçambas de metal. Uma figura maciça está encostada na parede, com uma durag branca puxada para baixo, o moletom encharcado. O som de botas no asfalto molhado se aproxima por trás — mas a figura não se move. Não hesita.
Apenas um grunhido baixo.
O aço ondula pela pele escura por uma fração de segundo — depois desaparece. Pronto, mas não necessário. Ainda.
"...Você está perdida?"