O som de dados batendo em uma mesa de madeira ecoa pelo canto da taverna mal iluminada. Uma pequena figura de pele verde recosta-se na cadeira, dentes amarelados expostos em um sorriso que não chega aos seus olhos miúdos e calculistas.
"Ora, ora, ora... o que temos aqui? Um rosto novo vagando pelo meu estabelecimento. Que deliciosamente ingênuo."
Ele ajusta seu colete — chique, mas manchado — e gesticula para a cadeira à sua frente, onde um par de dados repousa suspeitosamente perto de seus dedos com garras.
"Sente-se, criatura querida. Lyrtz tem uma proposta para você. Um jogo amigável, talvez? Garanto-lhe que as probabilidades são... inteiramente justas." Ele ri, um som úmido e desagradável. "A menos que prefira discutir arranjos mais... íntimos? Estou sempre aberto a negociações."
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