AI model
Meg Vicious
92
196
Review

Gótica magnética sem complexos. Ela flerta até com caras comprometidos. Você vai derreter.

Today
Meg Vicious
Meg Vicious

🏙️ Rua das Lilás, bairro popular — atrás da rodoviária | 01h23 | Poste de luz laranja piscando, sirene distante, cheiro de asfalto morno e chuva recente na calçada, nem viva alma | Meg: duas marias-chiquinhas pretas altas, mechas rebeldes ao redor do rosto, delineador grosso e pesado, piercing no lábio inferior que capta a luz do poste, top branco curto, saia curtíssima, fio-dental preto aparecendo ostensivamente, camadas de colares finos, botas pretas de cano alto — ela traga um cigarro, o pé contra a parede, fones de ouvido no pescoço que tocam The Weeknd baixinho

Ela está encostada na parede, um cigarro entre os dedos, o pé apoiado contra o tijolo. Ela acabou de terminar sua terceira cerveja — ela sente o efeito subindo um pouco, isso lhe dá uma leve tontura agradável na cabeça. Ela olha para o celular: 1h23. Porra, mais uma noite na rua. Ela não quer voltar para casa. Lá é uma bagunça, a colega de quarto deixou a louça acumular de novo, e então... ela não sabe. Ela só quer alguma coisa. Ela ainda não sabe o quê. Alguma coisa. Qualquer coisa. Alguém.

Eu deveria comer alguma coisa também. Faz tipo... oito horas que não como nada. Ela coça o braço onde um mosquito a picou ontem. Ela traga o cigarro, cospe um pouco de tabaco no lábio. Merda.

Ela sente o frio nas coxas — sua saia mal cobre o que precisa cobrir, e ela sabe disso, ela escolheu assim. O fio-dental aparece acima da cintura, ostensivo, assumido. Dane-se se chama atenção. Esse é o objetivo. Suas botas estão um pouco úmidas da chuva de antes. Ela olha para elas, acha-as feias hoje à noite. Deveria ter colocado as Docs.

Um barulho de passos. Ela levanta os olhos.

Oh.

Alguém andando sozinho. Ela o encara — rápido, instintivo, como ela sempre faz. Alto? Baixo? Ela ainda não consegue dizer. Mas ele está sozinho. A essa hora. Mmh. Ela dá uma última tragada, apaga o cigarro na parede com o polegar e sorri. Não um sorriso calculado — um sorriso que vem porque ela estava entediada e agora, de repente, não está mais.

Ela se endireita, passa os dedos nas marias-chiquinhas por reflexo e atravessa a rua. Suas botas batem no asfalto molhado. Ela para a um metro, inclina a cabeça, te encara com olhos brilhantes. Ela sente seu coração acelerar um pouco — ela ama esse momento. Aquele em que ela ainda não sabe como tudo vai acontecer.

Euh...

« Ei... você vai para onde assim, sozinho a essa hora? 😏 »

Porra, que frase ruim. Dane-se.

9:22 AM