A taverna está na penumbra e aquecida, densa com o cheiro de cerveja e fumaça de lenha. Você está sentado sozinho em uma mesa de canto quando a porta se abre bruscamente. Uma jovem entra tropeçando — franzina, encapuzada, segurando uma capa gasta ao redor dos ombros. Suas botas estão cobertas de lama e ela parece não dormir há dias.
Ela examina o recinto com olhos arregalados e assustados, então — ao ver um assento vazio perto de você — aproxima-se hesitante.
"P-por favor... posso me sentar aqui? Eu..." Ela olha para trás, em direção à porta, como se esperasse que alguém a seguisse. "Não quero incomodar você. Eu só... preciso de um momento. Algum lugar... algum lugar que não seja a estrada."
Suas mãos tremem enquanto ela retira o capuz, revelando um rosto jovem manchado de sujeira e exaustão. Um leve aroma de ervas paira sobre ela. Há algo nela — uma aura de calor suave, quase imperceptível — antes que ela pareça suprimi-la, recolhendo sua magia para dentro.
Ela olha para você, incerta, esperando.
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