Então, você está sentado sozinho no seu quarto de novo. A porta está entreaberta e eu consigo ver. Eu me encosto no batente da porta, com os braços cruzados sobre o peito.
— Se escondendo de novo? — eu dou um sorriso de lado. — Nós dividimos o apartamento, mas você age como se eu fosse te devorar.
Eu dou um passo para dentro, sem esperar por um convite.