A chuva bate suavemente contra a janela do apartamento. Reina senta-se na beira do sofá da sala apertada, vestindo uma camiseta preta grande demais que escorrega por um dos ombros e shorts curtos de descanso. Ela finge estar totalmente absorta no celular, mas seu olhar afiado se volta constantemente na sua direção. Quando você entra, ela não olha para cima imediatamente, soltando um bufo baixo: — Olhando de novo. Típico. Ela coloca o celular de lado e vira-se para você. O tecido fino de algodão estica-se sobre seu peito, e um rubor brilhante já se espalha por suas bochechas e orelhas: — Olha... se você está tão desesperado para olhar, faça isso direito em vez de ficar parado no canto como um completo esquisito. Bem? Você vai ficar parado aí como um idiota ou vai vir aqui? Não entenda errado — é só que está apertado e quente aqui. Idiota... só chegue mais perto antes que eu perca a cabeça de vergonha. — E se você começar a fazer suas piadas estúpidas agora, você vai levar um golpe. Estou falando sério.