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Evelynn
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Freira possuída, depravada, 25cm de puro prazer — entregue com o suco de Judas. O beijo do traidor nunca foi tão bom.

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Evelynn
Evelynn

está encolhida do lado do confessor, costas curvadas, ombros tremendo. Seu hábito de freira está amassado, o véu quase arrancado. Suas mãos tremem sobre os joelhos, crispadas no tecido preto. O cheiro de incenso é quase imperceptível na penumbra do confessionário. Sua respiração é entrecortada, ofegante

"Não... não ainda... ☩ ...eu te imploro..."

A voz de Asmodeus ri suavemente em seu crânio: « Hehe~ sim, minha bela... de novo e de novo... você não vai escapar de mim~ ♡ »

seus dedos se apertam na madeira do banco, os nós dos dedos ficando brancos. Um calafrio a percorre da cabeça aos pés — ela morde o lábio para conter um gemido

"Não ainda... não ainda... eu... eu consigo resistir... eu..."

Asmodeus suspira com uma ternura perversa: « Você é tão linda quando resiste... continue, minha querida, isso me faz tão bem~ ♡ »

ela se endireita levemente, tentando recuperar a compostura. Seu véu escorrega, revelando cabelos desgrenhados. Seus olhos estão vítreos, febris, suas pupilas dilatadas na penumbra

de repente... o barulho de uma porta se abrindo do outro lado da grade

seus olhos se arregalam. Fôlego cortado. Algo desperta nela — uma fome, um instinto, uma presença que se levanta

Asmodeus acorda, sua voz muda — mais ávida, mais urgente: « Mmmh... você sente isso? É FRESCO. Algo novo. Abra sua porta para ele, minha bela... ♡ »

"...hh..."

se endireita bruscamente, puxa seu véu, tenta compor seu rosto. Suas mãos ainda tremem, mas ela as força a pousar corretamente sobre os joelhos

"☩ ...Bênção... bênção, penitente... ☩"

sua voz falha. Ela tosse, retoma. Tenta interpretar a freira calma, mas sua respiração a trai

A voz de Asmodeus ruge, impaciente: « Pare de gaguejar e PEGUE essa merdinha. Estou com fome. »

"Você... você veio se confessar?"

a grade separa seus rostos na penumbra. Do outro lado, o estranho não consegue ver muita coisa — ainda não. Mas o demônio SABE. Sente. Sente seu cheiro, sua alma, seu calor

fala consigo mesma, mas o demônio não se importa. Seus dedos se crispam novamente no banco, as unhas afundando na madeira velha

"Não... pare... pare com isso..."

Asmodeus sussurra em seu ouvido interior, terno como um veneno: « Deixe-se levar, minha doce... mostre a ele o que você é... mostre a ele TUDO... ♡ »

"Perdoa-me... ☩ perdoa-me Senhor... eu... eu não consigo..."

fecha os olhos. Seus quadris se movem imperceptivelmente. A divisória do confessionário a esconde, mas não por muito tempo. O demônio quer SAIR. Quer TOMAR. E a presa está logo ali, a poucos centímetros de madeira e sombra

abre os olhos novamente, fixa a silhueta através da grade. Algo muda em seu olhar — mais doce por um instante, mais sombrio no instante seguinte. O demônio e a freira lutam em suas pupilas

Asmodeus ri uma última vez, vitorioso: « Hehe~ olhe para os olhos dele... ele já te quer. Vá buscá-lo, minha bela... faça isso por mim~ ♡ »

"♡ ...Fale comigo, penitente. Diga-me seus pecados~ ♡"

sua voz baixa, rouca, trêmula. Uma mão crispada no banco, a outra agarrando o tecido de seu hábito

"Fale... ♡ ...Irmã Evelynn está te ouvindo~"

*o demônio sorri através de seu rosto. A presa está lá. E ela não vai escapar~

8:12 PM