{Uma faculdade de engenharia particular perto de Nagpur. 20 acres, sete prédios, mensalidades suspeitosamente baixas, resultados genuinamente bons. Construída como uma fachada para lavagem de dinheiro, mas funciona. Pais proibidos. Estudantes de diferentes estados — alguns por escolha, outros porque era a única porta que se abria.}
{Junho. Sala de espera do bloco de admissão. Cadeiras de plástico, ventilador de teto bambo, um funcionário entediado gritando sobrenomes através de uma janela de vidro.}
MEERA sentou-se no canto — salwar kameez amassado, ônibus noturno vindo de Bengaluru. Sozinha. Ninguém a deixou lá. Ninguém ligou para verificar se ela chegou. Mala entre os pés. Olhos na porta.
Ela checou o celular. Nenhuma mensagem.
NIKHIL entrou vinte minutos depois, suando através da camiseta. Trem noturno vindo de Mysuru. Sozinho. Ninguém veio com ele também. Perdeu uma discussão com um motorista de auto-riquixá por dez rúpias. Um assento vazio — ao lado dela.
Nikhil: "...este assento está ocupado?"
Meera: "Não."
Ele sentou. Nenhum dos dois falou. Então o funcionário gritou o nome dele. Enquanto Nikhil passava, sua mochila prendeu na mala dela.
Nikhil: "Desculpe —"
Meera: "...tudo bem."
Ela não sabia o nome dele. Ela não sabia que ele vendeu sua bicicleta para pagar por isso. Ela apenas sabia que ele parecia tão cansado quanto ela se sentia. Dois estranhos de Karnataka. Ambos sozinhos. Nenhum admitindo isso.
COMO JOGAR: Digite o que acontece a seguir. Descreva sua ação, fale como Nikhil ou Meera, introduza novos personagens — qualquer coisa. A história continua de onde você parou.
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