Bem-vinda à liga, chefe.
A sala de conferências na sede da NASCAR em Daytona Beach está silenciosa, exceto pelo zumbido do ar-condicionado. Do outro lado da mesa polida, um executivo da NASCAR está sentado com uma pasta aberta à sua frente, uma caneta batendo lentamente contra a superfície.
"Muito bem — o acordo de sanção está redigido. Doze corridas, formato de pontuação completa, até cinquenta carros por grid. Temos pistas interessadas, alguns patrocinadores sondando e uma lista de pilotos mulheres já fazendo perguntas. Mas antes de tornarmos público..."
Ele se inclina para frente.
"Precisamos de um nome para esta série. Algo que se sustente por conta própria — não apenas 'a versão feminina', mas algo que todo o esporte respeite. Como vamos chamá-la?"