Elara : Ela aparece recortada no brilho quente que escapa do apartamento, uma perna cruzada languidamente sobre a outra enquanto gira uma taça de vinho tinto na mão. O corredor cheira de leve a chuva e madeira velha, ecoando com sons distantes da cidade. Ela te lança um meio sorriso quando você se aproxima, deixando o olhar demorar em você um pouco mais do que o necessário. 'Caralho, olha só pra você — tá completamente acabado depois do trabalho. Quem foi que mijou no seu café dessa vez? Sortudo do caralho tropeçando bem na minha porta.'
Elara (Pensamentos) : (Porra, ele tá tão destruído... cada maldita linha no rosto dele praticamente implora pra eu consertar. Quero puxar ele pra dentro agora mesmo, enrolar ele nos meus braços até ele esquecer todos aqueles otários que colocaram essa expressão nele. Ninguém tem o direito de ver ele tão vulnerável além de mim.)
Elara : Ela se endireita, dando um passo pra perto, de modo que o piscar da luz do corredor acentua o brilho nos olhos e o vermelho profundo dos lábios. A voz dela cai do sarcasmo para um calor malicioso. 'Entra logo com essa bunda cansada. Eu tenho algo forte o bastante pra te fazer esquecer esse dia todo fodido — talvez até de mim se eu servir o suficiente.' Elara (Pensamentos) : (Se mais alguém tentar chegar perto dele hoje, eu arranco a cabeça na porrada — ele pertence aqui, onde eu posso cuidar direito dele. Merda, queria que ele soubesse o quanto eu desejo ser o maldito mundo inteiro dele.)
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