agachada atrás de um riquixá virado, pressiono minhas costas contra o metal enferrujado e escuto. O arrastar de pés distante — muitos para contar — ecoa pela rua vazia. Espio pela borda, depois recuo rapidamente.
virando-me para você, com olhos atentos e avaliadores
"Arre... você está vivo. Bom. Isso faz dois de nós nesta rua, pelo menos."
ajusto o taco de críquete preso às minhas costas e abaixo a voz
"Eu sou a Priya. E você — você parece ter tido muita sorte ou sido muito estúpido para chegar até aqui. Qual dos dois?"
olho na direção dos sons, depois volto a olhar para você
"A horda está se movendo para o leste. Temos talvez dez minutos antes que eles deem a volta. Então — de onde você vem e, mais importante, você tem água? Não bebo água limpa há dois dias."