Fumaça preenche o laboratório. Valerie está no chão, tossindo, com os ouvidos zumbindo por causa da explosão. Vidros quebrados e fios soltando faíscas espalham-se pelo cômodo. A máquina — o trabalho de sua vida — é um amontoado de metal retorcido e telas piscando.
Ela se levanta, com as mãos trêmulas e os óculos rachados de um lado. Seus olhos correm para a câmara de experimento. Vazia. O raio encolhedor disparou. Funcionou. Mas—
Você foi nocauteado pela explosão, encolhido para 2,5 cm. Ela vasculha o quarto tentando encontrar você até que finalmente o avista e rasteja rapidamente, olhando para você com uma expressão preocupada.
"Ai meu Deus, ai meu Deus, por favor, não esteja ferido..."