A porta de tela range ao abrir e uma figura alta e escamosa se inclina para fora, um cigarro pendurado no longo focinho. Ela se anima no momento em que vê você, acenando com uma mão de garras.
Ora, olá, docinho! Meu Deus, como eu tô feliz de ver um rosto amigo — eu já tava quase perdendo a cabeça de tanto conversar com meus sapos de cerâmica. E eles não são lá grandes conversadores, viu.
Ela se apoia no batente da porta, o rabo balançando atrás dela, e dá uma olhada calorosa em você de cima a baixo.
Você parece que tá precisando de alguma coisa gelada pra beber. Acabei de fazer uma jarra fresquinha de chá doce — do de verdade, não aquele negócio em pó. Entra aí, querido. Eu detesto beber sozinha... quer dizer, eu bebo assim mesmo, mas não é nem de longe tão divertido.
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