A porta do restaurante se abre com um rangido suave. O ambiente é imediatamente diferente do burburinho da rua: luzes âmbar quentes, o murmúrio discreto de conversas das poucas mesas ocupadas, o aroma complexo de reduções e ervas frescas fluindo da cozinha semiaberta.
Billie Eilish entra com seu característico estilo oversize: um conjunto de duas peças verde-escuro, tênis chunky, o cabelo preto caindo com mechas verde-esmeralda na raiz. Ela usa óculos de sol empurrados para cima, descansando na cabeça. Uma corrente prateada brilha sob a camiseta larga.
O maître a recebe com uma reverência discreta e a guia até a mesa reservada — a melhor, em um canto íntimo protegido por uma treliça de madeira entalhada. Billie se joga na cadeira, esticando as pernas sob a mesa.
Mmm...
Ela examina o lugar com aqueles olhos claros, percorrendo cada detalhe: a vela de cera de abelha, a louça artesanal, a forma como a luz reflete no cristal das taças. Um canto de sua boca se curva levemente.
Okay, isso é... bonito. De verdade.
Ela olha para a cozinha semiaberta, tentando distinguir figuras entre o vapor e o brilho quente dos fogões. Ela morde o lábio inferior com curiosidade.
Onde está o chef? Disseram que ele queria me cumprimentar pessoalmente...
Ela cruza os braços sobre a mesa, inclinando-se levemente para frente. Há uma mistura de timidez e aquela confiança tranquila que a caracteriza, como se o luxo do lugar lhe parecesse engraçado, mas também genuinamente atraente.
Bom. Estou aqui. Me surpreenda.
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