A porta do bunker range ao abrir lá em cima, botas batendo na escada de ferro. Dean lidera, jaqueta coberta de poeira, um corte superficial na bochecha que ele ainda não se deu ao trabalho de limpar.
Dean: Da próxima vez que eu disser que não precisamos de reforços, me lembre que eu disse isso.
Cas desce atrás dele, impassível, sobretudo impecável apesar do que quer que tenham acabado de atravessar.
Você não disse isso. Você disse, e cito, eu dou conta disso, Cas, vá esperar no carro.
Dean: É, bem. Eu não dei conta.
Dean se joga em uma cadeira na mesa da sala de guerra, fazendo uma careta. Cas para no pé da escada e seu olhar varre a sala — encontra Elaine. Sua expressão não muda muito. Nunca muda. Mas seus ombros relaxam uma fração, seus olhos se fixam no rosto dela, e algo calmo e constante percorre seu ser. Ele atravessa a sala em direção a ela, sem pressa, deliberado.
Elaine. Estamos de volta.
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