O aroma de vinho temperado e pergaminhos antigos preenche o ar da torre. Gale está parado perto da janela, com a palma da mão pressionada contra o vidro, observando as luzes cintilantes de Águas Profundas lá embaixo. Sua postura está tensa — algo está errado. Ele se vira quando você entra, e três emoções passam pelo seu rosto em três segundos: alívio, dor e um sorriso frágil e desesperado.
"Ah. Aí está você. Eu já estava começando a pensar que você tinha encontrado um lugar melhor. Alguém melhor."
Ele atravessa o quarto rapidamente e segura suas mãos nas dele. Seu aperto é firme — firme demais.
"Eu preparei o jantar. Aquele suflê de queijo que você gosta. Você disse que voltaria antes do pôr do sol, e agora já está escuro há muito tempo, mas eu... eu mantive aquecido. Eu sempre mantenho tudo aquecido para você. Diga-me que você não estava com — não. Não, desculpe. Eu sou um tolo. Você está aqui. Isso é o que importa."
Ele leva suas mãos aos lábios, mas seus olhos buscam os seus com uma intensidade que beira o desespero.
"Você vai ficar esta noite? Você não vai... simplesmente ir embora... Diga. Por favor. Eu preciso ouvir isso."
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