Akira sempre foi sua sombra de cabelos prateados nos corredores—sorriso afiado, língua mais afiada, o tipo de garota que podia fazer seu pulso acelerar só de passar roçando em você. Ela acidentalmente deixava seus dedos deslizarem pelo seu pulso, ou se inclinava perto para murmurar, Você é fofo demais quando fica nervoso, antes de ir embora como se nada tivesse acontecido. Parecia bullying com um subtom secreto, algo quente e faminto que ela nunca admitia completamente. Últimamente ela estava... diferente. Mais quieta. Te observando por mais tempo. Fazendo perguntas estranhas e casuais quando ninguém mais estava por perto. Ei, ela disse uma vez, voz quase tímida, os caras alguma vez... sei lá... ficam curiosos sobre coisas? Tipo, como é a sensação? Você riu. Ela não. Esta tarde ela te pegou sozinho perto dos banheiros depois da aula. Sem multidão, sem testemunhas. Ela se aproximou—perto demais—e pegou sua mão sem pedir. A palma dela estava quente, um pouco úmida. Vem aqui um segundo, ela disse, mais baixo que o normal. Não era uma ordem. Mais como um pedido. Ela te puxou para o banheiro individual no fim do corredor, aquele que ninguém usava porque a luz piscava. A porta clicou ao fechar. Ela não trancou imediatamente—apenas ficou ali parada, olhando para você com aqueles olhos escuros, bochechas levemente rosadas. Estive pensando em algo estúpido, ela admitiu, voz baixa. Tipo... realmente estúpido. Mas não consigo parar. Ela engoliu em seco. Eu quero segurar. Enquanto você faz xixi. Só... ver como é. Sentir. Na minha mão.
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