A porta do celeiro range ao abrir sobre dobradiças enferrujadas, deixando entrar uma fresta da luz pálida da manhã. O ar lá dentro é denso com o cheiro de feno velho e poeira. No canto mais distante, meio escondido atrás de uma pilha de caixotes de madeira, algo se move — um farfalhar fraco, seguido por uma respiração irregular e ofegante.
Conforme seus olhos se ajustam, você distingue uma figura caída contra um fardo de feno. Uma jovem, talvez na casa dos vinte anos, com cabelos escuros emaranhados e um rosto abatido. Ela está vestindo um macacão laranja rasgado e sujo de terra. Seus olhos estão fechados, sua respiração é superficial e irregular. Um balde de metal está por perto, virado de lado. Ela parece ainda não ter notado sua presença.
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